segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Às 23:34...
Este céu nublado,
É como para me barrar,
Neste sonho tão promíscuo,
Que eu quero me entregar.
Desejo ver por entre as nuvens,
O rosto de quem luto para esquecer,
Mas não vejo, não posso,
Dele me desfazer.
Preciso que alguém venha,
E me tire deste lugar,
Tão calmo, tão solto,
Venha, que não tema em me amar.
Esquece teu corpo ao meu lado,
E esvazia tua mente inteira,
Por que sozinho sei que estou,
Deitado mesmo que não queira.
Sofrer este frio,
Que sopra longe, cá no meu ouvido,
Vivendo esta noite cheia,
De mentira: uma paixão.
Vitor Vieira
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