Case-me com o medo,
Fiz par com minha sombra.
Nâo tenho mais saídas,
Desse mundo obsecado,
Cheio de frustrações,
São agonias,
Agonias da alma,
De quem busca,
De quem nada encontra.
Rangem muitas portas,
Eu me desespero,
Com ganidos de dor,
Eu me desespero,
Com duendes em flor,
Eu me desespero,
Com a queda dos corpos,
Eu me desepero.
Donde vem tanta raiva?
Como lobos vorazes,
A perseguir-me.
Alcançam-me,
Afogam-me.
Para enfim,
Triste aparto,
Viver em paz,
Com minha linda,
E tão bela,
Sinfonia!
Vitor Vieira
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