Enquanto escrevo,
Enquanto labuto,
Descubro,
Sozinho,
Que estou a um passo,
De mais longe estar
Do meu tesouro,
Do meu encosto.
Será?
Que condenado eu sou,
A esculpir de novo,
Um suicídio do outro,
Daquele outro,
Daqueles outros.
Será?
Tudo isso em vão,
Que tudo irá ao chão,
Quando no fim chegar?
Será?
Eu um pleonasmo?
Eu um dos viciosos?
Eu uma anáfora?
Eu uma gradação?
Sou eu,
Um copião?
Será?
Vitor Vieira
terça-feira, 1 de junho de 2010
Sem querer,
Rio de mim,
Rio de vós,
Um córrego humano,
Na vã tentativa,
Eu insisto,
Não consigo,
Decifrar teus enigmas,
Ler teus olhares.
Repetição,
Frustração,
Frustração,
Distração,
Sem saber o porquê,
De esta dura pena viver,
Uma vil lixaria,
De atos viciados,
São mais duas estrofes aos bofes,
Que agora jogo,
Para o ar.
Vitor Vieira
Rio de mim,
Rio de vós,
Um córrego humano,
Na vã tentativa,
Eu insisto,
Não consigo,
Decifrar teus enigmas,
Ler teus olhares.
Repetição,
Frustração,
Frustração,
Distração,
Sem saber o porquê,
De esta dura pena viver,
Uma vil lixaria,
De atos viciados,
São mais duas estrofes aos bofes,
Que agora jogo,
Para o ar.
Vitor Vieira
Assinar:
Comentários (Atom)