A guerra que toma,
Devastação,
Na missão de paz,
A operação ocorre.
Oitocentos homens,
Que cercaram,
Ontem na guerra,
Uma aposentada.
Resistência.
Para onde centenas,
Ele foi atingido!
Das ruas,
Na rua.
E assustou,
Num tiroteio,
Revidaram,
O soldado.
A bordo de 30,
Atiraram,
Agora,
Cinco deles,
Uma menina,
Também foi.
Vitor Vieira
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
À tarde
Menino dorme,
Dorme no sol quente,
Pra ficar vivo,
E beijar mais, tente.
E esqueça-se da lida,
Deixada no mormaço,
Secando intermitente,
No varal já decadente.
Sonhe mais alto,
Tirando a roupa seca,
Grudada pelo corpo,
Suado e amargo sal.
Criando aquele antro,
Um tanto maternal,
Aquecido entre os braços,
Dos ramos do quintal.
Brinque com as sombras,
Criadas do apelo,
De menino do sol quente,
De menino já dormente.
Vitor Vieira
Dorme no sol quente,
Pra ficar vivo,
E beijar mais, tente.
E esqueça-se da lida,
Deixada no mormaço,
Secando intermitente,
No varal já decadente.
Sonhe mais alto,
Tirando a roupa seca,
Grudada pelo corpo,
Suado e amargo sal.
Criando aquele antro,
Um tanto maternal,
Aquecido entre os braços,
Dos ramos do quintal.
Brinque com as sombras,
Criadas do apelo,
De menino do sol quente,
De menino já dormente.
Vitor Vieira
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