sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Certas eras,
que fugiam-me as flores,
dúbio pensar,
fino tear,
de fogos,
de vaias,
de torres de carvalho.

Vívido,
saliente de esguar.
Todo feito,
de pluma,
e tão doce neve,
criada de forma,
perfeita.

Agora só me fatos resta,
Não.
Vivo em vivia,
somhos em em que sorria.
Giros cegos,
vôos flacidos,
Inteiro feitos,
de furos tácitos.

Cansadoestou,
Em leito me aproximo,
lagrimas verto,
brilhos sem destino.
Consumido,
Transpassdo,
Magnífico.

Em lagos de respingo,
caio me em engano.
Por que?
Por que?
Jogado à beira,
estou eu,
plantado à uma pedra!

Vitor Vieira

2 comentários:

  1. vc pode ser um escritor, to falando serio. tenho certeza que vc tem talento.

    ResponderExcluir
  2. Vitor eh a Paula ke trabalha com sua mamãe, vc já leu o linvro: Alice no país dos espelhos?? Vc vai gostar pois, conta a história da Alice só ke na adolescencia onde ela "procura se encontrar". bjs e saiba ke eu te amo tanto como amo sua mãe.
    Ana Paula

    ResponderExcluir