Em quais respostas eu devo confiar?
Sem intuitivamente ficar cego, louco...
Em que curva eu devo me despejar,
e derramar aquilo que mais puro é meu?
Graus, cantos e fórmulas...
Não me servem, não me atendem,
de maneira que o chão desabe,
e as brasas queimem,
mais e mais,
Num rodopio incandescente e em negativo.
Brasas que me sorvam e derretam,
meu coração e minha pálpebras.
Já é tarde.
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