quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Coisas que eu sei

Coisas que eu sei, Que não voltariam para me abraçar, e escalar meus desejos. Olhar meus desenhos, tu diz: que lindos! Numa profusão infinita de ilusão. Coisas que eu sei, que faltam no íntimo espeço entre o mar e minha pele, entre o sol inebriante do teu sorriso, que me assola nas noites esquecidas. Coisas que esqueci, de achar, de ver, de sorrir... Tua presença inexata ao fim da rua, Calor devagar, longo e pálido. Coisas suas, até o fim. Vitor Vieira

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